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Dra. Silvana defende desvinculação da Secretaria Especial Sobre Drogas

Por ALECE
02/07/2019 15:03 | Atualizado há 10 meses

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Deputada Dra. Silvana Deputada Dra. Silvana - Foto: Edson Júnior Pio

A deputada Dra. Silvana (PR) manifestou, durante o primeiro expediente da sessão plenária da Assembleia Legislativa desta terça-feira (02/07), a discordância sobre a vinculação da Secretaria Especial de Políticas Sobre Drogas (SPD) à Secretaria da Saúde do Estado (Sesa). A parlamentar avaliou como retrocesso, acreditando que a SPD desempenhava um importante trabalho na atenção aos dependentes químicos, e que a atuação mais efetiva começa a ser sentida pela população.

Para a deputada, o Ceará está indo na contramão do Governo Federal, que, segundo considera, está valorizando as casas de recuperação, além de ter sancionado a lei que autoriza a internação compulsória de dependentes químicos. “Precisamos da sensibilidade do governador Camilo Santana para rever esta decisão, pois, diante do clamor da população em relação a este gravíssimo problema que enfrentamos com as drogas, a SPD precisa ser independente”, defendeu Dra. Silvana.

Dra.Silvana destacou que, nesta quarta-feira (03/07), vai se encontrar com o secretário da Sesa, doutor Cabeto, para levar demandas importantes da Comissão de Seguridade Social e Saúde da Casa, da qual é presidente. “Convido todos os colegas deputados que queiram participar, mesmo os que não são do Colegiado”, salientou.

Em aparte, o deputado Lucílvio Girão (PP) considerou importante o apelo feito pela colega em relação à SPD. “Precisamos sensibilizar o governador Camilo, que tem um olhar muito especial para o lado social, da necessidade de voltar com a secretaria antidrogas”, apontou.

O deputado Marcos Sobreira (PDT) ressaltou o valor das comunidades terapêuticas no Estado. “Quem conhece o trabalho destas comunidades sabe que elas devolvem a dignidade ao cidadão, permitindo que ele possa se ressocializar e voltar ao convívio familiar e social”, pontuou.

Já o deputado Queiroz Filho (PDT) assinalou que só acredita na ressocialização dos dependentes químicos por meio de comunidades terapêuticas que trabalhem com questões espirituais ou religiosas.
RG/AT
 

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