Ely Aguiar apoia requerimento que barra ‘ideologia de gênero’ nas escolas
Por ALECE19/10/2017 14:28 | Atualizado há 10 meses
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O deputado Ely Aguiar (PSDC) manifestou, durante o primeiro expediente da sessão plenária da Assembleia Legislativa desta quinta-feira (19/10), o seu apoio a requerimento apresentado pela deputada Dra. Silvana (PMDB) na Casa tratando do ensinamento da chamada “ideologia de gênero” nas escolas da rede pública estadual.
No documento, a parlamentar solicita que o secretário de Educação do Estado, Idilvan Alencar, oriente os diretores de escolas da rede estadual a cumprirem o que está disposto no Plano Estadual de Educação, especialmente no artigo que trata do impedimento, sob qualquer pretexto, da utilização de “ideologia de gênero” na educação.
De acordo com Ely Aguiar, a deputada recebeu denúncias de que alguns professores insistem em tratar do tema em salas de aula com crianças, desrespeitando uma lei estadual.
“O que a deputada Dra. Silvana está pedindo é o cumprimento da lei, que ela seja observada e respeitada. A ideologia de gênero é fundamentada em uma doutrina comunista, em uma ideia bestial para destruir as famílias e ensinar as crianças que não existe nem macho nem fêmea”, apontou o deputado.
Ele salientou que respeita todas as diferenças, mas que o bom cristão tem o direito de se posicionar sobre o que é apropriado ser ensinado para as crianças em sala de aula.
“Se a sociedade aceitar esta nova ordem que está tentando ser imposta no ambiente escolar, todos os conceitos da família serão destruídos, e a família ainda é uma instituição séria, milenar, núcleo de tudo, e as crianças são os nossos tesouros”, assinalou Ely Aguiar.
Em aparte, a deputada Aderlânia Noronha (SD) também disse respeitar as escolhas sexuais de quem quer que seja, mas que as crianças precisam ser preservadas. “Considero um absurdo que uma criança seja ensinada e tratada sem saber se é menino ou menina, pois quero que os meus filhos frequentem a escola e sejam tratados como eles são”, pontuou.
Já a deputada Mirian Sobreira (PDT) considerou ser dever de todos defender os valores da família. “Ter um filho homossexual é algo normal, pois é opção dele, mas fazer apologia para induzir as crianças a isto é uma aberração e precisa de interferência nossa para não deixar que aconteça”, defendeu.
RG/PN
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