Fernando Hugo avalia como "histórico" momento atual do País
Por ALECE19/04/2018 13:30 | Atualizado há 10 meses
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O deputado Fernando Hugo (PP) refletiu, durante o primeiro expediente da sessão plenária da Assembleia Legislativa desta quinta-feira (19/04), sobre o atual momento do País. Para o parlamentar, o Brasil vive o "momento mais importante de sua história político-administrativa desde a chegada de Pedro Álvares Cabral", com um combate efetivo da corrupção, atingindo nomes poderosos da República, como o ex-presidente Lula e o senador Aécio Neves (PSDB/MG).
Segundo o deputado, a Operação Lava Jato já terá um capítulo em qualquer livro que trate da história do Brasil. “Ela simboliza um marco, que mexeu com a sociedade brasileira em todos os níveis que se queira imaginar, seja político, administrativo, empresarial ou econômico, sendo a ação mais nacionalista que já existiu”, avaliou.
Ele também manifestou descontentamento com vídeo gravado pela presidente do PT, senadora Gleisi Hoffmann (PT/RS), para a TV árabe Al-Jazeera, em que ela considera o ex-presidente Lula como um preso político e convoca os árabes a se juntarem na luta para libertá-lo.
“Isso é o símbolo vivo do anarquismo reinante por aqui. Em qualquer país medianamente sério, essa fala seria motivo suficiente para que a Justiça ou Ministério Público chamassem pelo menos a atenção da senadora, por uma incitação internacional ao conflito”, apontou Fernando Hugo.
Em aparte, o deputado Joaquim Noronha (PRP) salientou que a senadora tem todo o direito de se manifestar, tendo até a procuração dos que a elegeram para fazer isso, mas que não concorda com qualquer tipo de incitação. “Uma coisa é dar notoriedade e chamar a atenção dos órgãos internacionais para repercutir algum fato, mas é lamentável que ela incite a intervenção de outros países dentro do nosso”, ressaltou Joaquim Noronha.
Já o deputado Dedé Teixeira comentou sobre a conclusão das obras de transposição do rio São Francisco no Ceará. “Precisamos da conclusão de parte do eixo norte, que vai até Jati, para não termos tantas dificuldades na questão hídrica do Estado”, pontuou.
RG/PN
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