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Dia Mundial do Trabalho é celebrado em sessão solene na Assembleia

Por ALECE
30/04/2014 20:02 | Atualizado há 11 meses

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Sessão solene comemora Dia Mundial do Trabalho Sessão solene comemora Dia Mundial do Trabalho - Foto: Dário Gabriel

O Dia Mundial do Trabalho, comemorado nesta quinta-feira (1º/05), foi celebrado durante sessão solene na tarde desta quarta-feira (30/04), no Auditório Murilo Aguiar da Assembleia Legislativa. Propositora da solenidade, a deputada Rachel Marques (PT), destacou que o propósito é fazer uma reverência aos trabalhadores cearenses e refletir sobre o que já foi alcançado pela classe.

“É importante fazermos essa reflexão das conquistas alcançadas em nosso País, ressaltando de maneira especial a valorização do salário mínimo, e o que ainda precisamos avançar para assegurar os direitos dos trabalhadores”, pontuou a parlamentar.

Na ocasião, foram homenageados com a entrega de placas comemorativas a presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT/CE), Joana D’Arc Barbosa Almeida, representada pela secretária de Formação da CUT Ceará, Lúcia Maria Silveira Queiroz; o presidente do Sindicato Apeoc, Anízio Melo; o superintendente regional do Trabalho e Emprego no Ceará, Francisco José Pontes Ibiapina; o procurador-chefe do Ministério Público do Trabalho no Ceará, Antônio de Oliveira Lima, e a presidente do Tribunal Regional do Trabalho da 7ª Região, desembargadora Maria Roseli Mendes Alencar.

A desembargadora agradeceu a homenagem, salientando que o trabalho dignifica e enobrece o ser humano e jamais pode ter o seu valor esquecido. “É através dele que homens e mulheres, dentro de suas limitações e possibilidades, enfrentam as adversidades e vicissitudes do mercado, produzindo tudo aquilo que assegura a própria existência humana”, salientou Maria Roseli.

Já o procurador Antônio de Oliveira Lima ressaltou a importância do trabalho desenvolvido pela Superintendência do Trabalho e Emprego, MPT e Justiça do Trabalho na vida dos trabalhadores cearenses.

“Todos os dias milhares de pessoas recorrem a esses órgãos para terem seus direitos trabalhistas básicos, como hora-extra e rescisões, assegurados. É importante lutar pelo fortalecimento desses órgãos, para que possam conseguir atender as demandas”, afirmou.  
RG/LF

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