Professor Pinheiro ressalta ações do Governo Federal e rebate críticas
Por ALECE20/06/2014 14:22 | Atualizado há 9 meses
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Durante o primeiro expediente da sessão plenária desta sexta-feira (20/06), o deputado Professor Pinheiro (PT) comentou os resultados de pesquisas que apontam diminuição da emissão de gases poluentes no País. De acordo com informações repassadas pelo parlamentar, apesar do aumento de 100% da frota de veículos entre 2002 e 2012, o Brasil conseguiu diminuir a emissão de CO2. Isso se deve, segundo o deputado, à exigência do Governo pela melhoria na qualidade dos motores e de diminuição da quantidade de enxofre no combustível.
Professor Pinheiro afirmou também que o Brasil é um dos países que têm feito relatórios sistemáticos demonstrando redução do desmatamento das florestas. O País também é líder no ranking mundial no combate à poluição e efeito estufa.
O parlamentar também comentou sobre as críticas ao decreto nº 8.243, sancionado pela presidente Dilma Rousseff no final de maio, regulamentando as ações dos diversos conselhos populares. Segundo Professor Pinheiro, houve a tentativa de caracterizar o decreto como “autoritário”. O deputado rebateu críticas e ressaltou que o decreto não cria conselho novo, regulariza os já existentes desde a década de 1930 e não possibilita que o executivo controle os conselhos.
Professor Pinheiro comentou sobre pesquisa realizada com pessoas de 65 nacionalidades perguntando em qual país os entrevistados gostariam de morar. De acordo com o parlamentar, o Brasil ficou no topo da lista e o motivo seria, segundo ele, porque o País tem melhorado as condições de vida dos brasileiros. Ainda de acordo com a pesquisa, os brasileiros também foram entrevistados e, entre os de maior faixa de renda, havia o desejo de sair, enquanto os com faixa de renda menor querem permanecer no Brasil. Para Professor Pinheiro, essas pessoas que têm o desejo de deixar o País estão entre aquelas que participaram da manifestação, com xingamentos à presidente Dilma Rousseff, durante a primeira partida da Copa do Mundo de Futebol. Para ele, “os ricos não aceitam que o governo está dando oportunidade para menos favorecidos”.
JM/AT
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