Rachel Marques aponta ações governamentais de combate à seca
Por ALECE26/03/2013 17:11 | Atualizado há 9 meses
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Durante o segundo expediente da sessão plenária desta terça-feira (26/03), a deputada Rachel Marques (PT) apontou as ações estruturantes contra a seca, promovidas pelo Governo Federal em conjunto com o Estadual no Ceará. “O que estamos vivendo é uma seca grave. Sem dúvida, se coloca que é a maior seca dos últimos 50 anos”. Ela destacou como ações as obras de transposição das águas do Rio São Francisco e o Cinturão das Águas.
“Para a transposição, a gente já está chegando a quase 50% das obras para garantir que a água chegue ao Ceará”, disse, acrescentando que o projeto está buscando se adequar às demandas de ambientalistas e movimentos sociais. “Não estamos vendo, hoje, pessoas morrendo ou grandes migrações, seja para Capital, seja para sede dos municípios, porque ações governamentais estão acontecendo”, ressaltou.
Alguns dos programas governamentais são o Garantia-Safra e o Bolsa Estiagem, além da construção de cisternas. Em relação ao Governo Estadual, a petista destacou as obras do Projeto São José. “A prioridade do São José, para este ano, foi exatamente envolvendo adutoras e abastecimento d’água”.
A parlamentar informou que, dia 2 de abril, a presidente Dilma Rousseff se reunirá com todos os governadores da região Nordeste para tratar de soluções para a seca.
Em aparte, o deputado Antonio Carlos (PT) afirmou que a maioria das políticas públicas de combate à seca advém do Governo Federal. “Vejo setores da oposição com discursos completamente contraditórios”, reclamou o petista.
O deputado Leonardo Pinheiro (PSD) considerou que a transposição será uma solução definitiva para a seca. “Considero, como sertanejo, que a maior política que o Governo Federal pode fazer para amenizar o problema do homem, para fixar, é trazer a água”, disse.
Já o deputado Tomaz Holanda (PMN) alertou que é importante inserir, no Projeto São José, ações de prevenção à seca. Por fim, o deputado Welington Landim (PSB) reclamou que Pernambuco vem recebendo mais atenção da União do que o Ceará.
RW/LF
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