Oradores

Rachel Marques mostra-se preocupada com Aedes aegypti em Quixadá

Por ALECE
08/06/2016 14:21 | Atualizado há 10 meses

Compartilhe esta notícia:

Dep. Rachel Marques ( PT ) Dep. Rachel Marques ( PT ) - foto: Maximo Moura

A deputada Rachel Marques (PT) chamou a atenção, nesta quarta-feira (08/06), durante o primeiro expediente da sessão plenária da Assembleia Legislativa, para o aumento do número de casos de doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti no município de Quixadá. Segundo ela, as notificações de dengue, zika e chikungunya vêm crescendo, deixando a população preocupada. “Estamos recebendo denúncias diárias de pessoas assustadas com a gravidade da situação”, relatou.

A parlamentar informou que foram 2.454 casos notificados de dengue, 904 com chikungunya e 93 de zika. “A nossa avaliação é que está sendo ainda subnotificado, pois a gravidade é maior”, disse. Conforme a deputada, existem 19 óbitos relacionados a essas doenças. 

Rachel Marques informou que a questão está sendo tratada com o secretário de Saúde, Henrique Javi, que irá ao município na sexta-feira (10/06) para conversar com os profissionais de saúde e “enfrentar essa grave situação”.  

A deputada disse estar esperançosa de que, na oportunidade, o secretário anuncie algumas medidas solicitadas, como o aumento no efetivo de agentes de endemias e o apoio do Exército. “Estamos pedindo apoio do Exército nesse trabalho casa a casa, bem como a intensificação do fumacê no município”, acrescentou.

Rachel Marques responsabilizou o Governo Municipal, que não fez sua parte na prevenção, para evitar uma infestação tão alta do mosquito”. “Mas é o momento de atender a população e barrar esse número crescente”, reforçou.

Em aparte, o deputado Evandro Leitão (PDT), líder do Governo, disse que o trabalho de monitoramento para a redução dos focos do mosquito é feito pelas gestões municipais. Ele questionou: “Essas gestões têm estrutura de pessoal para realizar esse monitoramento? Se não tiver estrutura, todo esse esforço do Governo termina se tornando em vão”, observou.

LS/AT

Veja também