De Assis Diniz defende encerramento do Programa de Escolas Cívico-Militares
Por Lincoln Vieira13/07/2023 15:15 | Atualizado há 9 meses
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O deputado De Assis Diniz (PT) defendeu, no tempo de explicações pessoais da sessão plenária na Assembleia Legislativa, na tarde desta quinta-feira (13/07), o fim do Programa Nacional de Escolas Cívico-Militares (Pecim).
Segundo ele, a Universidade de São Paulo (USP) concluiu que 73% dos pais entrevistados pela pesquisa preferem o “conceito civil” em sala de aula. O parlamentar disse que o interesse da oposição na Alece é defender uma “boquinha” para os militares. “Aquela boquinha para os auxiliares era de R$ 9.560 sem dar aula. É disso que se trata!”, argumentou.
O deputado defendeu o trabalho realizado pelo atual ministro da Educação, Camilo Santana à frente da pasta. Para ele, o ex-governador cearense revolucionou a educação no estado, e cobrou da oposição da Alece críticas a fala do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) proferidas ainda nesta semana comparando os professores a traficantes. “Cadê a revolta contra o deputado Eduardo Bolsonaro que tipificou e qualificou professor como traficante e doutrinador?”, cobrou.
De Assis lembrou ainda a trajetória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo ele, Lula “enfrentou” a ditadura militar e disputou cargos eletivos, sendo eleito três vezes presidente dentro do regime democrático. “O Lula está em liberdade para recompor um país que virou um párea internacional. Quem recompôs o tecido social do país foi o PT, o Lula e o Camilo participa disso. Ele pode até discordar, mas ouve”, assinalou.
Edição: Clara Guimarães
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