Heitor Férrer defende institucionalização do processo de transição no Governo
Por ALECE30/10/2014 15:00 | Atualizado há 10 meses
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O deputado Heitor Férrer (PDT) destacou, durante o tempo de liderança da sessão plenária desta quinta-feira (30/10), o início da transição de governo entre Cid Gomes e Camilo Santana.
O parlamentar repercutiu matéria publicada no jornal O Povo desta quinta-feira, a qual informa que o novo governador já tem a senha de acesso ao sistema de monitoramento da estrutura e custeio do Estado, e voltou a cobrar a aprovação na Casa do projeto de sua autoria que cria a comissão de transição para o Governo do Estado.
“Esta atitude do governador é muito importante, mas será que, se o governador eleito fosse o Eunício, ele teria a mesma boa vontade para o futuro governante? Não vou prejulgar, mas não podemos viver em uma transição de favores, e sim institucionalizar esta transição”, salientou Heitor.
Segundo o pedetista, sua proposta, que tramita na Assembleia desde 2012, se baseia na lei de transição da Presidência da República, com adequações ao Estado do Ceará, e propõe que o governador eleito possa ter acesso a senha de maneira oficial, e não por uma concessão do governador em exercício.
“Essa transição tem que ser feita de forma institucional, em forma de lei, para que o futuro governador, independente de seu grupo político, tenha as condições de assumir o mandato com a radiografia de como se encontra o Estado”, ressaltou o deputado.
Em aparte, o deputado Gony Arruda (PSD) esclareceu que a senha dada a Camilo Santana por Cid Gomes dá acesso ao programa de Monitoramento das Ações e Projetos Prioritários do Estado (Mapp), programa esse que foi uma iniciativa implantada no Governo de Cid. “O Tasso não fez isso, assim como o Ciro e o Lúcio, porque este programa foi implantado pelo Cid", explicou. O parlamentar disse ainda que teme que futuros governadores, depois do Camilo, não deem prossseguimento a esse programa.
RG/CG
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