Notícias

Mudança no sistema de esgoto no Conjunto Palmeiras em discussão nesta sexta-feira

Por ALECE
26/09/2013 18:47 | Atualizado há 9 meses

Compartilhe esta notícia:

A Comissão de Desenvolvimento Regional, Recursos Hídricos, Minas e Pesca da Assembleia Legislativa realiza, nesta sexta-feira (27/09), audiência pública em conjunto com a Câmara Municipal de Fortaleza, para tratar da mudança do sistema de esgoto condominial para convencional dos bairros Conjunto Palmeiras, São Cristovão e Sítio São João.

O evento, que atende ao requerimento da deputada Rachel Marques (PT), será realizado às 14h30, na Associação de Moradores do Conjunto Palmeiras (ASMOCONP).

Rachel explica que o resultado do que é produzido e consumido nos centros urbanos representa uma carga de efluentes com risco potencial à sociedade e ao meio ambiente. Quando lançado nos cursos hídricos de forma “in natura” podem trazer agentes químicos e microbiológicos que interagem de forma incisiva no meio ambiente e no bem estar da população. “Por conta disso, é cada vez mais urgente a adoção de práticas mais sustentáveis”.
   
Foram convidados para o encontro, o titular da Secretaria da Saúde do Estado; Ciro Gomes; a promotora de Justiça de Defesa da Saúde Pública, Isabel Porto; a diretora executiva da ASMOCONP, Maria do Socorro Alves Viana; o representante do Banco Palmas, João Joaquim de Melo Neto; e o representante da Cagece, Antonio José Câmara Fernando.
WT/LF

Mudança no sistema de esgoto no Conjunto Palmeiras em discussão nesta sexta-feira

A Comissão de Desenvolvimento Regional, Recursos Hídricos, Minas e Pesca da Assembleia Legislativa realiza, nesta sexta-feira (27/09), audiência pública em conjunto com a Câmara Municipal de Fortaleza, para tratar da mudança do sistema de esgoto condominial para convencional dos bairros Conjunto Palmeiras, São Cristovão e Sítio São João.

O evento, que atende ao requerimento da deputada Rachel Marques (PT), será realizado às 14h30, na Associação de Moradores do Conjunto Palmeiras (ASMOCONP).

Rachel explica que o resultado do que é produzido e consumido nos centros urbanos representa uma carga de efluentes com risco potencial à sociedade e ao meio ambiente. Quando lançado nos cursos hídricos de forma “in natura” podem trazer agentes químicos e microbiológicos que interagem de forma incisiva no meio ambiente e no bem estar da população. “Por conta disso, é cada vez mais urgente a adoção de práticas mais sustentáveis”.

            Foram convidados para o encontro, o titular da Secretaria da Saúde do Estado; Ciro Gomes; a promotora de Justiça de Defesa da Saúde Pública, Isabel Porto; a diretora executiva da ASMOCONP, Maria do Socorro Alves Viana; o representante do Banco Palmas, João Joaquim de Melo Neto; e o representante da Cagece, Antonio José Câmara Fernando.

WT/LF

Veja também