Romeu Aldigueri aborda avanços na saúde do Ceará e comenta situação do PDT Ceará
Por Narla Lopes10/10/2023 14:22 | Atualizado há 9 meses
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No primeiro expediente da sessão plenária desta quarta-feira (10/10) na Assembleia Legislativa, o deputado Romeu Aldigueri (PDT) abordou temas relacionados à saúde do Estado do Ceará, bem como questões internas do PDT no estado.
O parlamentar destacou sua participação na visita às obras do Hospital Universitário do Ceará (Huce), promovida pelo governador Elmano de Freitas (PT). Aldigueri ressaltou que o hospital, em construção no campus Itaperi da Universidade Estadual do Ceará (Uece), será o maior do Norte e Nordeste, com 680 leitos. Informou que com 99% das obras concluídas, o hospital iniciará sua operação em 2024, com a urbanização e duplicação de avenidas para facilitar o acesso.
O deputado enfatizou o investimento expressivo do Estado, superando R$ 1 bilhão em obras diretas, indiretas e equipamentos para a unidade hospitalar. Ele ressaltou a visita da ministra Nizia Trindade, do Ministério da Saúde, que elogiou o modelo descentralizado dos consórcios de saúde, CEUs e Policlínicas do estado, destacando que se tornará referência nacional.
Romeu Aldigueri elogiou o lançamento do Plano Estadual de Oncologia pelo governador, com R$ 270 milhões investidos, e mencionou a redução significativa das filas de cirurgias, com recursos próprios.
O deputado usou seu tempo ainda para criticar a quebra do acordo entre o senador Cid Gomes e o presidente nacional do PDT, André Figueiredo. Em julho deste ano, os dois dirigentes partidários haviam firmado um acordo em que Figueiredo, que também era presidente do PDT Ceará, tiraria uma licença para que Cid, vice-presidente, assumisse o comando da sigla até dezembro.
O deputado denunciou a inativação de 84 membros do partido, incluindo um senador e deputados, sem aviso prévio. Considerou antidemocrático o procedimento e a formação de uma comissão provisória sem consulta, alegando que era uma manobra para evitar uma derrota no dia 16 de outubro. “O partido virou nanico, não cabe em um fusca, está com os pneus furados e com o motor batido”, finalizou.
Edição: Clara Guimarães
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