Sargento Reginauro comenta sobre estruturas de segurança do Ceará
Por Lincoln Vieira22/11/2023 12:56 | Atualizado há 9 meses
Compartilhe esta notícia:
O deputado Sargento Reginauro (União) respondeu, no primeiro expediente na sessão plenária da Assembleia Legislativa do Estado do Ceará, nesta quarta-feira (22/11), o pronunciamento do líder do Governo na Alece, deputado Romeu Aldigueri (PDT), proferido na sessão desta terça-feira (21/11).
O parlamentar o havia criticado por não estar presente na inauguração da segunda etapa do Centro Integrado de Segurança Pública (CISP), que visa fortalecer o trabalho de inteligência e a atuação das forças de segurança do Estado.
Sargento Reginauro ressaltou que conhece o equipamento. Ele disse que o Centro Integrado de Segurança Pública (CISP) foi inaugurado ainda no governo Camilo Santana. “Eu conheci desde quando foi inaugurado pelo então governador Camilo Santana, quando não tinha nada dentro. Os meus irmãos militares estavam indo para tomar conta do prédio. Acho um absurdo se inaugurar um equipamento duas vezes”, criticou.
O parlamentar sugeriu ao líder do Governo que visite as delegacias de polícia e os quartéis em todo o Estado. “Venha comigo visitar. É um choque de realidade. É igual sair da Suíça ao entrar em um portal e sair na periferia, em um bairro abandonado. É a diferença do CISP e as demais estruturas que acolhem os servidores da segurança pública”, salientou.
O deputado Sargento Reginauro criticou ainda o Governo do Estado por celebração de contrato junto à empresa que administra a Linha Leste do Metrô com aporte de R$ 80 milhões, para manutenção dos equipamentos adquiridos em 2011. O parlamentar relatou que Secretaria de Infraestrutura do Estado (Seinfra) justifica o aporte na falta de condições de uso dos equipamentos. “Até essa altura do campeonato só escavaram pouco mais de um quilômetro”, pontuou.
O contrato condiciona a restruturação dos tatuzões para que a empresa permanecesse na obra, segundo o deputado. Ele explicou que o valor sai de cerca de R$ 1 bilhão para aproximadamente R$ 2 bilhões. “Vamos continuar enterrando dinheiro nesses túneis, enquanto, para construir casas populares, teve que pedir dinheiro emprestado à Caixa Economia Federal (CEF). Esse dinheiro deveria servir ao combate à fome, ao VaiVem e para o tratamento do câncer”, observou.
Edição: Adriana Thomasi
Veja também