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Queiroz Filho avalia Governo Estadual e pede ações efetivas na segurança pública

Por Narla Lopes
07/02/2024 12:40 | Atualizado há 9 meses

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Deputado Queiroz Filho (PDT) - Foto: Máximo Moura

O deputado Queiroz Filho (PDT) avaliou, no primeiro expediente da sessão plenária da Assembleia Legislativa do Estado do Ceará (Alece), realizada nesta quarta-feira (07/02), as ações do Governo Estadual ao longo de 2023.

O parlamentar mencionou o reajuste dos servidores públicos do Estado e pediu que o aumento fosse concedido o mais rápido possível. “O que aconteceu no ano passado foi um pagamento no vale. Os profissionais só receberam o reajuste completo em dezembro. E o que vamos cobrar é exatamente que haja um aumento real, conforme foi prometido, e que esse aumento seja pago integralmente assim que possível, para que os profissionais possam arcar com suas despesas”, ressaltou.

Medidas eficazes para resolver outros problemas, como as contas públicas do Estado, foram outra solicitação do deputado. “O Governo Estadual divulgou um balanço de suas contas no Diário Oficial do último dia 30 de janeiro. Nele é possível constatar um déficit de R$ 5 bilhões. Arrecadou R$ 37,5 bilhões e gastou R$ 42 bilhões. Ou seja, está gastando mais do que arrecada. É preciso agir para reverter esse quadro”, afirmou. 

O deputado ainda demonstrou preocupação com as oportunidades de emprego e renda tão esperadas pela população do Estado. De acordo com ele, de janeiro a novembro de 2023, a indústria teve um dos piores desempenhos de todos os tempos. 

“Somente em dezembro de 2023, há dois meses, foram criados 35.081 empregos e perdidos 38.806, uma redução de 3.725 vagas de trabalho. O que tem contribuído para evitar uma queda maior nessa área são ações da gestão do prefeito de Fortaleza, José Sarto, que tem conseguido impedir um declínio acentuado nesse setor”, destacou.

Na área da segurança pública, Queiroz Filho sublinhou que o problema só se resolve com vontade política e sem se prender a questões ideológicas. Para ele, é importante a questão social, para que os jovens não entrem no crime, mas também com ações de repressão efetivas e inteligentes, em conjunto com o Governo Federal, já que o problema da insegurança afeta todo o Brasil.

Edição: Adriana Thomasi

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