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Sargento Reginauro cobra reajuste dos servidores públicos estaduais

Por Lincoln Vieira
27/02/2024 13:41 | Atualizado há 9 meses

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Deputado Sargento Reginauro (União) - Foto: Junior Pio

O deputado Sargento Reginauro (União), cobrou, no primeiro expediente da sessão plenária da Assembleia Legislativa desta terça-feira (27/02), no Plenário 13 de Maio, o reajuste salarial dos servidores públicos do Estado. 

Segundo ele, o tema não é discutido na Alece. Para ele o Governo do Estado “deve tratar do tema com a urgência que merece”. “Parece que o reajuste não é importante”, analisa. 

O parlamentar assinalou a possibilidade de o projeto de lei não ser enviado à Alece entre os meses de março e abril. “Os deputados do PT que sempre estiveram com essa pauta, por que foi como o PT surgiu, defendendo o trabalhador, mobilizando categorias, mas o que aconteceu com o PT? É só chegar no Poder Executivo que muda o discurso? Acabou a luta pelos trabalhadores?”, questionou. 

Sargento Reginauro frisou ainda que o reajuste dos servidores públicos não pode ser discurso de campanha. Para ele, a bancada do PT e do Psol silenciam a discussão por terem no governador Elmano de Freitas um correligionário. “Governador, agora vai virar as costas para o seu povo? Cadê os sindicatos?”, indagou. 

O parlamentar criticou também a gestão econômica do Poder Executivo. Segundo ele, o Estado teria um déficit no valor de R$ 110 milhões, entretanto, conforme o deputado, o Poder Executivo teria aumentado a folha de pagamento com funcionários terceirizados no valor de R$ 200 milhões. “O Estado do Ceará é aquele pai de família que está com suas contas desorganizadas, gasta o limite do banco e vai para o empréstimo e tem gente que fala que o Estado está bem”, avaliou.

Em aparte o deputado Queiroz Filho (PDT) ressaltou que ficou impressionado com o silêncio dos parlamentares governistas. Ele disse que ouviu pela imprensa que o debate sobre o tema deve iniciar em abril.

Já o deputado Cláudio Pinho (PDT) ressaltou que o Ceará tem o pior desempenho do Brasil na indústria, segundo o IBGE. O parlamentar assinalou que o estado “só ganha na violência” e ainda que o Poder Executivo precisa de “arrumação” para melhorar as políticas públicas.

Edição: Lusiana Freire

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