Antônio Henrique apresenta ações da Prefeitura de Fortaleza na área da Saúde
Por Vanessa Madeira08/08/2023 12:36 | Atualizado há 9 meses
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O deputado Antônio Henrique (PDT) fez um levantamento, durante o primeiro expediente da sessão plenária da Assembleia Legislativa desta terça-feira (08/08), das ações realizadas pela Prefeitura de Fortaleza na área da Saúde.
O parlamentar citou a inauguração de equipamentos e contratação de profissionais para atuarem na Rede de Atenção Psicossocial (Raps) da Capital cearense. Segundo ele, a gestão municipal deve entregar, nos próximos meses, quatro novos Centros de Atenção Psicossocial Infantil (Caps Infantil), para atendimento de crianças com distúrbios mentais. As unidades se somam a outros 24 equipamentos que fazem parte da rede.
“Mais de duas mil crianças com autismo são acompanhadas nos dois Caps Infantis já existentes. Os laudos destas crianças podem ser dados por psiquiatras, pediatras e neuropediatras, e a prefeitura entende que as famílias dependem desse apoio”, afirmou.
Antônio Henrique acrescentou que o atendimento nestes equipamentos da Raps está sendo reforçado com a convocação de 58 profissionais aprovados em concursos públicos e autorização para um novo certame que pretende selecionar mais 663.
A entrega de novos postos de saúde e unidades reformadas, além da ampliação do programa Consultório na Rua, o qual oferece testes e outros serviços de saúde a pessoas em situação de rua em Fortaleza também foram destacados pelo deputado.
“Esse programa tem como objetivo garantir o acesso à saúde independentemente de sua condição socioeconômica e de moradia”, acrescentou.
Em aparte, o deputado Sargento Reginauro (União), voltou a abordar a situação do tratamento oncológico no Ceará, afirmando que, em conversa com a diretora do Centro Regional Integrado de Oncologia (Crio), tomou conhecimento de que a unidade já estourou seu teto de gastos para todo o mês de agosto.
“Daqui para a frente, se o Crio quiser continuar recebendo, vai ter que investir do próprio recurso. Questionei se, de fato, o problema está no município ou no Estado e ela (diretora do Crio) disse que grande parte dos pacientes são oriundos do Interior, mas a conta está sendo paga pela Prefeitura de Fortaleza”, disse Sargento Reginauro.
Edição: Adriana Thomasi
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