Romeu Aldigueri comemora lançamento do PAC e montante investido no Ceará
Por Luciana Meneses16/08/2023 11:49 | Atualizado há 9 meses
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O deputado Romeu Aldigueri (PDT) comemorou, durante o primeiro expediente da sessão plenária da Assembleia Legislativa do Ceará desta quarta-feira (16/08), o lançamento do novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) anunciado pelo Governo Federal na última sexta-feira (11/08).
A previsão é de que sejam investidos R$ 1,7 trilhão, distribuídos para todas as regiões do País. Desse valor, R$ 371 bilhões serão do Orçamento Geral da União. Haverá ainda R$ 343 bilhões de empresas estatais, R$ 362 bilhões em financiamentos e R$ 612 bilhões do setor privado.
Para o parlamentar, a ação reflete a marca do atual Governo Federal, investindo e acreditando no desenvolvimento do País. “Esse investimento será distribuído para todas as regiões, independente de partido ou ideologia dos governadores de cada estado, para novas obras de infraestrutura e a retomada daquelas que estavam paralisadas”, afirmou.
Dentre as obras previstas, Romeu Aldigueri ressaltou a retomada das obras da ferrovia Transnordestina e a duplicação da BR-116. “Em breve voltaremos a transportar cargas pela nossa malha ferroviária e a duplicação da nossa BR-116, que começará no eixo Pacajus, Chorozinho e Boqueirão do Cesário. Ou seja, mais obras, mais conforto e melhorias para nossa trafegabilidade”, acrescentou.
As ações serão desenvolvidas pelo Governo do Estado, segundo informou o deputado. “Teremos a duplicação do Eixão das Águas, uma obra de suma importância que levará água ao Cariri oeste, Inhamuns e Centro-Sul, com recurso garantido e ordem de serviço para os próximos dias. Também teremos a urbanização do entorno de dois rios importantes de Fortaleza, o Maranguapinho e o Cocó, beneficiando todos os moradores de bairros como Passaré, Barroso, Jangurussu, Prefeito José Walter, Canindezinho, entre outros”, salientou.
Em aparte, o deputado Moésio Loiola (Progressistas) se disse otimista com o PAC, mas defendeu um acompanhamento mais severo na aplicação dos investimentos. “Sabemos o quanto uma obra paralisada se torna mais cara, portanto defendo que nós, enquanto parlamentares, estabeleçamos critérios para utilização desses recursos e o acompanhamento dessas obras”, opinou.
Edição: Adriana Thomasi
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