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Rachel Marques nega que o PT pretenda pressionar Camilo Santana

Por ALECE
13/11/2014 14:49 | Atualizado há 9 meses

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Dep. Rachel Marques (PT) - Foto: Máximo Moura

A deputada Rachel Marques (PT) rebateu, durante o primeiro expediente da sessão plenária desta quinta-feira (13/11), nota do blog do jornalista Eliomar de Lima, do jornal O Povo, que afirma que os petistas desejam, na reunião do partido que ocorrerá nesta sexta-feira (14/11), “enquadrar” o governador eleito Camilo Santana.

“Em um momento como esse, com a vitória da presidente Dilma e do governador Camilo, nada mais justo que fazermos um balanço eleitoral e a avaliação da conjuntura política”, afirmou. Segundo a parlamentar, foi o próprio Camilo que se colocou à disposição para participar da reunião, e não o partido que exigiu isso. “Temos uma honra muito grande de ter elegido o primeiro governador do PT no Ceara”, acrescentou.

Em aparte, o deputado Dedé Teixeira (PT) enfatizou que o PT é um partido que tem a tradição de se reunir para discutir temas de relevância, e considerou natural que o PT e os partidos aliados comecem a debater a formação do futuro Governo.

Também em aparte, o deputado Professor Pinheiro (PT) lembrou o processo democrático de escolha da candidatura de Camilo Santana. “Ele é filiado do PT desde 2000, e um militante de longa data. Tenho certeza de que não sentirá nenhum constrangimento em dialogar com o partido na próxima sexta-feira”, comentou.

Já o deputado Osmar Baquit (PSD), também em aparte, elogiou o governador Cid Gomes pelo fato de ter escolhido o candidato ao governo do Estado com base em um projeto para o Ceará. O parlamentar repudiou declarações de que a visita do então candidato Elmano de Freitas a uma ocupação do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), na fazenda do senador Eunício Oliveira (PMDB) em Goiás, tenha atendido a uma solicitação do Partido Republicano da Ordem Social (Pros).

Em resposta, o deputado Danniel Oliveira (PMDB) informou que a declaração de que a visita de Elmano a um acampamento do MST atendeu a um pedido do Pros não partiu do senador Eunício Oliveira ou da base aliada dele. Contudo, o parlamentar classificou a ocupação e a visita de Elmano de Freitas “como um movimento eleitoreiro”, uma vez que ocorreu durante a disputa ao Palácio da Abolição.
GS/AT

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