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Maioria dos internautas já se habituou ao uso obrigatório da máscara preventiva

Por ALECE
22/06/2020 15:41 | Atualizado há 9 meses

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A enquete do Portal da Assembleia Legislativa veiculada entre os dias 15 a 22 de junho questionou se o hábito do uso obrigatório da máscara para prevenir o novo coronavírus já foi incorporado à vida dos cidadãos. A maioria (90,2%) afirmou que só sai de casa com a máscara. Já 6,1% responderam que estão se adaptando à rotina, mas ainda esquecem de usar. Outros 3,7% consideram o uso da máscara um incômodo e não conseguem usar o item de proteção.

O deputado Fernando Hugo (PP) explicou que a pandemia da Covid-19 trouxe diversas mudanças no cotidiano das pessoas, e o uso máscara é uma mudança necessária, já que evita a contaminação pela doença. “A máscara não previne 100%, mas ajuda a evitar o contágio e, por isso, é de extrema importância, quando sair, usá-la. Se receber pessoas de fora do ambiente familiar na sua casa, também é preciso usar a máscara, a fim de evitar a propagação da doença”, disse. O parlamentar ressaltou que o coronavírus estará inserido na vida das pessoas até o aparecimento de uma vacina e, por isso, é dever de cada um aprender a controlar o contágio da doença com medidas essenciais, como uso da máscara e álcool em gel na higiene das mãos.

A deputada Fernanda Pessoa (PSDB) assinalou que muitas pessoas se sentem incomodadas com o uso da máscara, porém o momento é de pensar também no próximo. “É essencial que usemos, sim, a máscara, pensando em nós e no próximo. Em muitos outros países, quando o cidadão está gripado ou com qualquer outro sintoma de doença, usa a máscara para sair de casa, tendo cuidado para não contaminar o outro. Talvez essa pandemia traga esse costume para o Brasil. É uma questão de nos educarmos”, disse.

Para o médico pneumologista Felipe da Silva, o uso da máscara é essencial para que as curvas de contágio da Covid-19 continuem baixando cada vez mais. O médico salientou que, quanto mais cuidado as pessoas tomam, mais controlada fica a transmissão da doença.

“O uso da máscara evita uma segunda onda da doença, a superlotação do sistema de saúde e ainda a contaminação de pessoas dos grupos de risco. Algo que em alguns é assintomático, para outros é fatal e, por isso, não apenas o uso da máscara, como também lavar as mãos e respeitar o distanciamento nos ambientes é essencial”, recomendou.
GM/LF

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