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Maquetes de obras arquitetônicas mundiais em exposição na AL

Por ALECE
26/08/2016 15:18 | Atualizado há 9 meses

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foto: Paulo Rocha

O Centro de Educação de Jovens e Adultos (Ceja) Professor Gilmar Maia de Souza abriu, nesta sexta-feira (26/08), na Assembleia Legislativa, uma exposição de maquetes de grandes obras de arte da arquitetura mundial. Foram selecionados 19 monumentos pertencentes a diferentes continentes.

A mostra, que reúne maquetes do Templo Horyuji, do Japão; Tower Bridge, de Londres; Muralha da China, China; Pirâmide Maia, México; Estátua da Liberdade, Nova York; Estátua da Ilha de Páscoa, Ilha de Páscoa (América do Sul); Basílica de São Pedro, na Itália; Taj Mahal, Índia; Catedral de Notre Dame, França, entre outras, deve permanecer na Casa até a próxima semana.

Segundo a diretora da escola, Amélia Rolim, a exposição faz parte do projeto interdisciplinar que visa o saber por meio do uso e da confecção das maquetes. A diretora explicou que o projeto envolveu três fases, sendo  a primeira de pesquisa e estudo. “Trabalhamos numa escola semipresencial. Os alunos estudam por disciplina e aderem ao projeto com o professor orientador, de acordo com o conteúdo. Na sequência, vão ao laboratório de artes para desenvolver todo o projeto e confeccionar a maquete. A terceira fase contempla a exposição coletiva dos trabalhos na escola".

Amélia Rolim esclarece que a escolha da Assembleia Legislativa para expor os monumentos se deu em razão da homenagem na Casa a alunos de escolas públicas e privadas que foram medalhistas nas olimpíadas de Matemática e Física do Brasil. “Apesar de não ter nenhum aluno agraciado na homenagem, a escola é pública, e resolvemos apresentar para os demais o nosso projeto”, disse.

A estudante Patrícia Alves foi responsável por elaborar a maquete da Catedral de São Basílio, um dos grandes símbolos arquitetônicos da Rússia, erguida entre 1555 e 1561. Segundo ela, a construção comemora a vitória dos russos sobre os mongóis, com a conquista da cidade de Kazan. “Ela foi uma igreja ortodoxa”, assinalou. Patrícia explicou que o nome da catedral foi escolhido em homenagem ao santo ortodoxo Basílio, um homem que marcou a Rússia por sua conduta honesta e justa. Morto em 1552, ele foi enterrado no local que abriga a catedral, onde hoje funciona o Museu Histórico do Estado. A aluna informou ainda que a catedral é patrimônio mundial da Unesco desde 1990.

LS/AT

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